Abelha nativa sem ferrão pousada em flor, símbolo do projeto de meliponicultura da AD Consultoria Ambiental
Programa especial

Abelhas Nativas Sem Ferrão: guardiãs da biodiversidade.

A AD vai além do licenciamento: desenvolvemos projetos de educação ambiental e conservação em meliponicultura, criação e manejo de abelhas nativas sem ferrão (ASF), atividade disciplinada pela Resolução CONAMA nº 496/2020.

120M

anos de evolução das abelhas

250+

espécies de ASF no Brasil

90%

das espécies arbóreas da Mata Atlântica dependem de polinização animal

~88%

das plantas com flores dependem de polinizadores animais

Fontes: Ollerton et al. (2011); FAO; Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica.

"O Brasil registra mais de 250 espécies de abelhas sem ferrão da tribo Meliponini, a maior diversidade conhecida do grupo. Cerca de 90% das espécies arbóreas da Mata Atlântica dependem de polinização animal (Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica)."

O programa

O que é meliponicultura.

O Brasil registra mais de 250 espécies de abelhas sem ferrão da tribo Meliponini, a maior diversidade conhecida do grupo. Cerca de 90% das espécies arbóreas da Mata Atlântica dependem de polinização animal (Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica).

Meliponicultura é a criação racional de abelhas nativas sem ferrão (ASF), da tribo Meliponini. São polinizadoras nativas dos biomas brasileiros e, por não possuírem ferrão funcional, permitem manejo seguro em ambientes com circulação de público e crianças.

Para empresas e empreendimentos, o programa entrega serviço de polinização, engajamento de colaboradores e da comunidade do entorno e evidência documentada de compromissos ESG, com relatórios técnicos periódicos.

Manejo de colmeia de abelhas nativas sem ferrão em meliponário
Escopo

O que entregamos.

Implantação de meliponário

Projeto, estruturas, seleção de espécies e instalação das colônias.

Manutenção e monitoramento

Visitas técnicas periódicas com relatórios de acompanhamento das colônias.

Centro de Educação Ambiental (CEA)

Trilhas interpretativas, sinalização ambiental e hotel de abelhas solitárias.

Capacitação e workshops

Curso de meliponicultura básica, com prática de campo, para equipes e comunidade.

Resgate de colmeias em supressão vegetal

Realocação de ninhos identificados em ASV, integrando licenciamento e conservação.

Programas ESG e engajamento

Biodiversidade aplicada a metas socioambientais corporativas.

Grupo de participantes da formação em meliponicultura promovida com o apoio do Pólen Dourado, reunido na trilha em meio à Mata Atlântica
Aula da formação em meliponicultura com apoio do Pólen Dourado, com equipes operacionais e comunidade
Colaboradores atentos durante a capacitação em meliponicultura
Meliprodutos: mel, pólen desidratado e extratos de própolis do meliponário Pólen Dourado
Caixa-ninho roxa de abelhas nativas sem ferrão instalada na Trilha do Mel, em meio à Mata Atlântica
Meliponário amarelo com placa interpretativa e QR code na Trilha do Mel
Interior de colmeia de abelha nativa sem ferrão com discos de cria em espiral

Formação promovida com o apoio do Pólen Dourado, empresa especializada em meliponicultura e meliprodutos.

Caso real

Trilha do Mel, SESC Guadalupe.

Contexto
Centro de Educação Ambiental do SESC CTL Guadalupe, em Sirinhaém/PE, na Mata Atlântica do litoral sul pernambucano.
Execução
Implantação do meliponário “Trilha do Mel” com 6 colônias de três espécies nativas (Uruçu-nordestina, Canudo e Mirim-droryana), hotel de abelhas solitárias, sinalização ambiental interpretativa e curso de meliponicultura básica com participação da comunidade local.
Resultado
6 colônias adaptadas e com enxames ativos, cavidades do hotel de insetos ocupadas, colonização espontânea por Jataí no meliponário e monitoramento técnico com relatórios bimestrais.

Para quem é.

  • Hotéis e resorts
  • Condomínios
  • Escolas e instituições de ensino
  • Indústrias e empresas com metas ESG
  • Propriedades rurais e RPPNs

Conexão com os ODS

  • ODS 15: Vida Terrestre
  • ODS 4: Educação de Qualidade
  • ODS 12: Consumo e Produção Responsáveis
  • ODS 17: Parcerias e Meios de Implementação

Base técnica e científica

O programa é estruturado a partir de referências técnicas e normativas reconhecidas: orientações do ICMBio para conservação de polinizadores, publicações da Embrapa sobre criação e manejo de abelhas nativas, a Resolução CONAMA nº 496/2020, que disciplina o uso e manejo de abelhas nativas sem ferrão, relatórios da FAO sobre a dependência de polinizadores pela agricultura, e materiais da A.B.E.L.H.A. sobre biodiversidade de polinizadores.

Leve o programa para a sua operação.

Iniciamos com um diagnóstico de viabilidade: espécies adequadas, área disponível, público envolvido e objetivos do projeto.

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